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"Dica" do Professor Adelson - Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (Revista Linha Direta - Educação por Escrito - Edições 220/221 - ano 19 - jul/ago 2016).

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O Professor Adelson leu, refletiu e convida a todos para pensarem a respeito (???)

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Experiências com as drogas

Depoimento emocionado de Luiz Fernando Veríssimo sobre sua experiência com as Drogas.


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Dicas do Professor Adelson para uma "boa redação"

fonte: Revista Appai Educar - appai.org.br

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Qual é o seu problema?

Antônio Marinho (amarinho@oglobo.com.br)

Psicoterapia para acabar com o mau humor.

RIO - O mau humor crônico atinge pelo menos 3% da população mundial, segundo pesquisas, e pode ser sintoma de um transtorno psicológico chamado distimia. O tema foi o escolhido pelos leitores no site do GLOBO para a coluna desta semana. A psicóloga Monica Portella, diretora do Centro de Psicologia Aplicada e Formação do Rio de Janeiro (CPAF-RJ) e autora do livro "A ciência do bem-viver - propostas e técnicas da psicologia positiva" (CPAF- RJ), explica que as pessoas mal humoradas e depressivas cometem diversos erros no que diz respeito ao aspecto cognitivo, como, por exemplo, maximizam o fator negativo e minimizam o positivo; levam sempre as questões para o lado pessoal e acham que estão sendo injustiçadas ou que o acontecimento ruim ou desagradável só acontece com elas. A técnica de psicoterapia cognitiva e comportamental, diz Monica, pode ajudar a controlar o problema e, em alguns casos, é necessário tomar medicamentos, receitados por especialista.
• Quando o mau humor se torna uma doença?
MONICA PORTELLA: Esta é uma característica dos transtornos de humor, que incluem depressão, distimia e transtorno bipolar. A distimia é um estado de depressão leve crônico e se manifesta já na adolescência. Por ter sintomas mais leves do que a depressão, às vezes leva mais tempo para as pessoas procurarem tratamento. Quem tem distimia sente-se desmotivado, mal humorado mostra sentimentos negativos e impaciência. Porém, uma pessoa sem esses transtornos de humor pode ser mal humorada, já que o nosso humor pode ser, em parte, geneticamente determinado. Os determinantes do humor são três: circunstâncias da vida, isto é, acontecimentos felizes ou não (10%), genética (50%) e 40% atividades intencionais, como menciona a pesquisadora Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia. Entre essas atividades estão ser otimista, focar metas pessoais, cultivar a relação com outras pessoas, práticas espirituais e ações relacionadas com o corpo. Geralmente os mal humorados crônicos alimentam pensamentos automáticos, espontâneos, ligados a coisas negativas. As pessoas mal humoradas maximizam tudo de ruim.
• Quais são os sinais?
MONICA: Irritabilidade, tristeza, impaciência, comportamento agressivo, e, algumas pessoas, podem sentir reação fisiológica como aperto no peito relacionado à angústia. Estes sintomas podem ser observados na infância e isto não quer dizer que a pessoa vai sofrer do problema, pois existem outros fatores determinantes. O ambiente também pode influenciar de forma negativa. Filhos de pais mal humorados podem sofrer de mau humor.
• Qual é a incidência?
MONICA: Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 3% da população mundial, cerca de 180 milhões de pessoas, sofrem de distimia, sendo o mau humor mais comum em mulheres, por causa das oscilações hormonais. No diagnóstico é importante entender que o mau humor não é uma doença e sim uma característica de um transtorno.
• Qual é o tratamento atual?
MONICA: É possível conseguir bons resultados com a terapia cognitiva e comportamental, que vai modificar a maneira de a pessoa sentir, pensar e agir. O objetivo é trabalhar os padrões de pensamentos, os tais erros cognitivos, comportamentos, sentimentos e reações fisiológicas. Em relação aos nutrientes, há estudos mostrando que determinados alimentos mexem com o humor e podem melhorar o bem-estar, ao aumentar a produção do neurotransmissor serotonina. Já a prática de exercícios físicos é importante, pois há comprovação da liberação da endorfina e serotonina, importantes para o humor, além de melhorar a autoestima. A medicação é receitada quando o problema se torna prejudicial à rotina do indivíduo. Normalmente são indicados antidepressivos que devem ser receitados com acompanhamento psiquiátrico. O mau humor crônico tem cura com terapia e, se necessário, o especialista indicará tomar fármacos.

Colégio Paranapuã é escolhido pelo MEC.

Após uma minuciosa avaliação das escolas particulares junto às turmas de 3ª série do Ensino Médio, o Colégio Paranapuã foi escolhido para se submeter a testes que visam à formulação das provas do ENEM.
A testagem ocorreu no dia 06/10/10, no próprio Colégio, envolvendo todos os conteúdos programáticos, num total de 48 questões, com a presença dos fiscais do INEP (Órgão do MEC responsável pelo ENEM).

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Convite do professor Adelson para uma reflexão

Que a escola forme, e não deforme
Editorial, Jornal do Brasil

RIO - Estudo inédito da USP realizado em 501 escolas com 18.599 estudantes, pais e mães, professores e funcionários da rede pública de todos os estados do país mostram dados estarrecedores. A principal conclusão foi que 99,3% dos entrevistados têm algum tipo de preconceito. Mais assustador: mais de 80% gostariam de manter algum nível de distanciamento social de portadores de necessidades especiais, homossexuais, pobres e negros. Do total, 96,5% têm preconceito em relação a pessoas com deficiência e 94,2% quanto à questão racial.

A pesquisa mostra também que pelo menos 10% dos alunos relataram ter conhecimento de situações em que colegas, professores ou funcionários foram humilhados, agredidos ou acusados injustamente apenas por fazer parte de algum grupo social discriminado. Essa ação dá visibilidade a um termo, o bullying, abominável, que precisa ser combatido firmemente e eliminado de todo e qualquer ambiente escolar. Muitas vezes é um comportamento sorrateiro, que humilha com apelidos inconvenientes, amplificando “problemas” estéticos, amedrontado, chegando à extorsão de bens pessoais ou imposição física para obter vantagens, sendo “culpa” dos alvos das agressões, geralmente, o simples fato de serem diferentes, fugirem dos padrões comuns à turma – o gordinho, o calado, o mais estudioso, o mais pobre.
foto preconceito

Mas há outras graves discriminações. A maior parte dos que já ouviram falar em bullying ou dele participaram (19%) foi motivada pelo fato de o aluno ser negro. Em segundo lugar (18,2%) aparecem os pobres e, depois, a condição de homossexual (17,4%). No caso dos professores, o bullying é primordialmente associado ao fato de o profissional ser idoso (8,9%). Entre funcionários, o maior fator para ser vítima de algum tipo de violência – verbal ou física – é a condição de pobreza (7,9%).

A reação ao bullying já começa a pipocar aqui e ali. A entidade Iniciativa por um Ambiente Escolar Justo e Solidário (Iaejus) criou o programa Diga Não ao Bullying, com profissionais de ensino que viajam pelo país para denunciar os problemas e tentar solucioná-los.

Mas a guerra é árdua, até porque não começa na escola. Há estudos – e talvez nem eles fossem precisos, bastaria a experiência de vida – que comprovam: o preconceito de crianças e adolescentes é mera reprodução de comportamentos semelhantes com os quais eles convivem em casa, com os pais e outros familiares. Isso é mais um caso que depende do empenho dos governos em aumentar o nível geral de informação entre a sociedade. A mesma pesquisa da USP mostra que o acesso à mídia (jornais, televisão, livros) contribui para que o preconceito diminua. Em geral, estudantes bem informados se mostraram menos preconceituosos.

Uma política pública específica de combate a bullyings e congêneres deve ser desenvolvida para ontem. Até porque quem sofre a discriminação precisa entender que está protegido pela escola. E esta não pode passar a essas vítimas a postura da omissão – incentivando-as assim a, agora ou mais tarde, buscarem meios próprios de fazer justiça. Nem deveria ser necessário lembrar, mas é melhor pecar pelo excesso: escola é para formar, não para deformar.

01:35 - 25/07/2009

Extraído do Jornal do Brasil de sábado, 25 de julho de 2009.

Dica de serviço do professor Adelson



A Anorexia nervosa é um distúrbio alimentar resultado da preocupação exagerada com o peso corporal. Com medo de engordar, a pessoa exagera na atividade física, jejua, vomita, toma laxantes e diuréticos. Manifesta-se principalmente em mulheres jovens, embora sua incidência esteja aumentando também em homens. Às vezes, os pacientes anoréxicos chegam rapidamente à caquexia, um grau extremo da desnutrição e o índice de mortalidade chega a atingir 15% a 20% dos casos.

Sintomas: perda exagerada de peso em curto espaço de tempo sem nenhuma justificativa, recusa em participar das refeições familiares. Alegam que já comeram e que não estão mais com fome, contagem exagerada das calorias dos alimentos, amenorréia e regressão das características femininas, atividade física intensa e exagerada, depressão e visão distorcida da imagem corporal;

Causas: predisposição genética, o conceito atual de moda que determina a magreza absoluta como símbolo de beleza e elegância, a pressão da família e do grupo social e a existência de alterações neuroquímicas cerebrais.

Recomendações: A família precisa observar especialmente as meninas que disfarçam o emagrecimento usando roupas largas e soltas no corpo e se recusam a participar das refeições em casa. Quando for detectada a desnutrição, é urgente procurar atendimento médico especializado. É preciso olhar também para os apelos da mídia com espírito critico e bom senso e não se deixar levar pela mensagem enganosa que possam expressar.

Nos pacientes com bulimia nervosa, não é a magreza que chama a atenção. Às vezes, são mulheres de corpo escultural, que cuidam dele de forma obsessiva. A diferença básica entre anoréxicos e bulímicos é o estado de caquexia (extrema desnutrição) a que podem chegar pacientes com anorexia.

Sintomas: ingestão exagerada de alimentos em curtos períodos de tempo sem o aumento correspondente do peso corporal, vômitos auto-induzidos, uso de laxantes e diuréticos indiscriminadamente, dietas severas intermediadas por repentinas perdas de controle que levam à ingestão compulsiva de alimentos e/ou distúrbios depressivos.

As causas são as mesmas da anorexia. Entre elas destacam-se predisposição genética, pressão social e familiar e valorização do corpo magro como ideal máximo de beleza.

O tratamento destes distúrbios exige o acompanhamento de equipe multidisciplinar composta por médicos, psicólogos, nutricionistas. Medicamentos antidepressivos podem ser úteis, especialmente se ocorrerem distúrbios como depressão e ansiedade.

Infelizmente, não se conhecem métodos eficazes para prevenir patologias como a bulimia e a anorexia. Seria necessário um empenho da sociedade na mudança de certos valores estéticos ligados ao culto do corpo e à magreza.

Dra Giselle Freire Barreto – nutricionista
Mestre em Nutrição Humana – UFRJ
EMAIL: barreto.giselle@ig.com.br
TEL: 0xx 21 3396 0224

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